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Bi mundial da França serve de exemplo para Brasil manter Tite como técnico

Antes de conquistar a Copa, Deschamps acumulou algumas derrotas

16/07/2018 às 09h52 Atualizada em 18/07/2018 às 14h49
Por: Por Elizeu Teixeira Filho, do Jornal SP Repórter Fonte: Da redação do Jornal SP Repórter News
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Deschamps venceu com trabalho de longo período na seleção. Foto: Seleção Francesa de Futebol/Facebook
Deschamps venceu com trabalho de longo período na seleção. Foto: Seleção Francesa de Futebol/Facebook

Didier Deschamps se tornou treinador da seleção da França em 2012. Logo na Copa de 2014, o time francês saiu nas quartas de final da Copa do Mundo, ao perder para a Alemanha.

Em 2016, na EuroCopa, a França perdeu a final, em casa, para Portugal. Provavelmente, para nós, brasileiros, nenhum milagre manteria um técnico com resultados como estes.

A Federação Francesa de Futebol pensou diferente e manteve seu treinador. Sempre houve a confiança que o trabalho é bem feito. A boa consequência disso veio em 2018, com a conquista do bicampeonato mundial no último dia 15, ao vencer a Croácia por 4 a 2 na final.

Por que não manter Tite? Antes da Copa e até o Brasil perder a primeira partida no torneio era quase unânime que o treinador era o ideal para o time.

Com a globalização do futebol, as ideias de jogo ficaram bem pulverizadas, e países como Islândia e Irã são bem capazes de dificultar jogos contra grandes seleções. Com isso, vai acontecer de o Brasil, às vezes, não ser campeão.

Mas a confiança no trabalho bem feito de Tite pode garantir à seleção uma continuidade de um certo protagonismo. Melhor dizendo, o Brasil, ao lado de Bélgica, França, Alemanha e alguns outros, poderá sonhar com o hexa.

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